Com nova liderança e foco em cripto, o Mercado Bitcoin acelera a expansão no varejo digital, integra investimentos, banking e pagamentos, e avança na Europa com operação em Portugal
O Mercado Bitcoin iniciou um novo capítulo ao nomear Lucas Lopes para a recém-criada posição de Presidente da operação Brasil, reforçando sua vocação cripto e a estratégia de escalar o acesso aos ativos digitais. A companhia delineou metas ambiciosas até 2030, incluindo R$ 400 bilhões em volume transacionado e a expansão da base para 25 milhões de clientes, sinais de uma fase orientada por eficiência operacional, digitalização e crescimento no varejo digital.
Com a chegada de Lopes, o Mercado Bitcoin passa a operar com duas frentes globais complementares. No Brasil, ele lidera a estrutura que mira consolidação no varejo, enquanto na Europa, Reinaldo Rabelo conduz a expansão em Portugal. Ambos se reportam ao Chairman executivo Roberto Dagnoni, alinhando a companhia a uma visão de longo prazo em infraestrutura financeira baseada em blockchain e inovação em produtos.
Nova estrutura de liderança e ambição global
A reorganização posiciona o Mercado Bitcoin como um player de alcance internacional, com a operação Brasil focada em escala, produto e experiência do cliente, e a operação Europa dedicada à expansão no continente, a partir de Portugal. A estratégia conecta investimentos, serviços bancários e pagamentos, tudo em um mesmo ecossistema.
Segundo a companhia, a nova governança fortalece a capacidade de levar ativos digitais a públicos mais amplos, com tecnologia segura e experiências intuitivas. O objetivo é ser a principal porta de entrada do brasileiro para o universo cripto, ao mesmo tempo em que a operação europeia abre caminho para novas geografias e parcerias.
Para o Chairman, a chegada de Lopes agrega musculatura ao time executivo e acelera a estratégia. Nas palavras de Roberto Dagnoni: “A chegada do Lucas representa um reforço estratégico ao time de liderança do MB. Ele reúne experiências bem-sucedidas em escalar negócios, track record em crédito e cobrança, além de modelagem de produtos voltados a grandes audiências, sempre com foco em tecnologia e dados para otimizar a jornada do cliente”.
Metas até 2030, escala e foco no varejo digital
No plano de longo prazo, o Mercado Bitcoin projeta alcançar R$ 400 bilhões em volume transacionado e chegar a 25 milhões de clientes até 2030. As metas elevam a régua do crescimento, sinalizando que eficiência operacional, integração de produtos e uso intensivo de dados serão centrais para a captura de valor no mercado.
A prioridade é acelerar a penetração no varejo digital, democratizando o acesso a soluções cripto e tokenização, dentro de uma experiência simples, segura e acessível. Como resume Lucas Lopes: “Acreditamos que o futuro dos investimentos digitais deve ser simples, seguro e acessível para todos. Nosso propósito é abrir as portas dessa nova economia, oferecendo tecnologia confiável, experiências intuitivas e produtos que inspirem confiança e liberdade”.
Lopes também enfatiza a importância de crescer com consistência e qualidade, apontando a oportunidade no país, que ocupa a quinta posição global em adoção de criptoativos e lidera a América Latina. “Escala com qualidade é o motor dessa nova fase. É por meio dela que vamos ampliar nosso impacto, ampliar acesso e construir uma ponte sólida entre o sistema financeiro tradicional e a nova economia digital”, complementa o executivo.
De acordo com o Mercado Bitcoin, a trajetória até 2030 passa por fortalecer o funil de aquisição, elevar a retenção, ampliar a oferta de produtos e manter disciplina de custos, sempre com foco em experiência do usuário e segurança.
Produtos, reforços estratégicos e experiência centrada no cliente
Além da nova presidência no Brasil, o Mercado Bitcoin anunciou a criação da área de Wealth Management, o MB Ultra, voltado a clientes de alta renda e liderado pelo banker Felipe Whitaker. A companhia também contratou Giresse Contini como Diretor de Marketing, Growth e Canais Digitais, reforçando a expansão e o posicionamento de marca. Essa frente sustenta a ambição de crescer em escala com produtos acessíveis, digitais e integrados ao dia a dia.
No cenário global, o Mercado Bitcoin destaca que está entre as 20 maiores corretoras cripto do mundo, segundo a Kaiko, e entre as 5 maiores em ativos tokenizados, de acordo com a rwa.xyz. Esses reconhecimentos reforçam a estratégia de investir em tecnologia, liquidez e compliance, pilares essenciais para a expansão sustentável.
A cultura interna passa por transformação para aprofundar a integração entre tecnologia, produto e experiência. Nas palavras de Lucas Lopes: “Queremos acelerar a nossa jornada digital, ampliando o uso de tecnologia e dados para criar experiências excepcionais para os nossos usuários. É um novo jeito de operar que começa dentro de casa, no modo como criamos, medimos e entregamos valor com visão centrada no cliente de tudo o que fazemos”.
Antes de assumir a presidência da operação brasileira no Mercado Bitcoin, Lopes teve trajetória de destaque na Serasa Experian, onde liderou times de produto, tecnologia e dados. No Brasil, conduziu o crescimento de produtos de crédito e varejo que partiram do zero e chegaram a US$ 100 milhões de receita em cinco anos, além de chefiar posteriormente a área de varejo da Experian no Reino Unido. Ele é graduado em Administração pela ESPM, com ênfase em Marketing, e possui MBA em Administração de Negócios pela FGV.
Com liderança renovada, metas claras e um ecossistema de soluções que conecta cripto, banking e pagamentos, o Mercado Bitcoin busca consolidar-se como a principal porta de entrada para os ativos digitais no Brasil, ao mesmo tempo em que acelera sua presença internacional a partir de Portugal. A aposta é que a combinação de escala, eficiência e produtos confiáveis sustente o crescimento até 2030 e além.