Pipefy Agents 2.0 dispara no radar de IA corporativa, alta de 500% no uso impulsiona automação e leitura avançada de documentos com IDP

A Pipefy anunciou um salto expressivo no engajamento de suas capacidades de inteligência artificial, registrando aumento de 500% no uso de IA desde janeiro. O movimento sustenta o lançamento dos Pipefy Agents 2.0 e a ampliação do Intelligent Document Processing, o IDP, solução voltada à leitura avançada de documentos e extração de dados em escala. Com uma base global que supera 4 mil clientes, entre eles IBM, Volvo e Itaú, a companhia mira a próxima fronteira da automação corporativa, com agentes preparados para executar tarefas de ponta a ponta, tomar decisões embasadas em documentos e realizar ações de forma automática.

A proposta central dos Pipefy Agents 2.0 é simplificar a automação de workflows de qualquer complexidade, unindo precisão, velocidade e governança. No cadastro de clientes e parceiros, por exemplo, o agente valida informações, cruza dados fiscais e jurídicos e, segundo a empresa, reduz em até 70% o tempo total de análise. Em cenários de alto volume de requisições, a promessa é transformar atividades repetitivas e sujeitas a erros em rotinas padronizadas e auditáveis, com ganho de eficiência e confiabilidade.

Ao mesmo tempo, a Pipefy reforça sua plataforma de Intelligent Document Processing. A nova versão do IDP amplia a leitura e a interpretação de diferentes formatos, incluindo documentos complexos e não estruturados. Com a combinação de IA e OCR, a solução extrai informações em segundos e busca aumentar a confiabilidade de processos corporativos que dependem de grandes volumes de documentação, como compliance, compras, financeiro e atendimento.

O que muda com os novos agentes de IA

Os Pipefy Agents 2.0 foram projetados para operar em todo o ciclo de trabalho, da recepção de uma demanda até a execução final da tarefa. A inteligência analisa instruções, interpreta documentos, valida dados, aciona integrações e registra histórico, sempre com foco em reduzir retrabalho e acelerar prazos. Na prática, os agentes atuam como um orquestrador autônomo que entende o contexto do processo e toma a próxima decisão com base nas evidências disponíveis.

Essa abordagem é especialmente valiosa para times que lidam com documentos diversos, pouco padronizados e distribuídos em múltiplos sistemas. Em vez de depender de pessoas para consolidar informações, os agentes assumem o papel de triagem e execução, liberando as equipes para análises estratégicas. Em um ambiente de negócios mais regulado, a capacidade de rastrear decisões e comprovar regras de operação também é um diferencial competitivo.

IDP reforçado para leitura avançada de documentos

Segundo a empresa, 46% de todos os agentes ativos já são usados para leitura e extração de informações, um indicador de que a demanda por automação documental cresce de forma acelerada. A Pipefy também afirma que mais de 130 mil horas foram economizadas com o uso da tecnologia, número que evidencia o impacto prático da automação no dia a dia das organizações.

Para Paola Benchimol, Head de Produto da Pipefy, os recursos operam de forma complementar. “Num cenário de alto volume e pouca padronização documental, os agentes de IA podem direcionar automaticamente toda a documentação para o IDP. O que faltava era uma inteligência capaz de organizar a demanda e outra de interpretar o contexto, extrair dados com precisão e tomar decisões.” Ao integrar Pipefy Agents 2.0 e IDP, a plataforma busca aprofundar a automação, encurtar tempos de resposta e elevar a assertividade da extração de dados, etapa crítica para a qualidade dos processos.

Na prática, a leitura avançada de documentos com IA e OCR reduz gargalos históricos, especialmente em operações que envolvem contratos, notas fiscais, cadastros e laudos técnicos. A padronização dos campos, a classificação automática e o envio para as próximas etapas do fluxo ajudam a evitar erros, atrasos e inconsistências, fatores que pesam diretamente na experiência do cliente e na eficiência operacional.

Tendência global e próximos passos

O avanço dos agentes de IA acompanha uma mudança estrutural no mercado. De acordo com o Gartner, a presença de agentes de IA em tarefas específicas deve chegar a 40% dos sistemas empresariais até 2026, ante menos de 5% em 2025. A consultoria também projeta que, até 2028, parte das decisões operacionais de rotina será tomada autonomamente por agentes inteligentes. Em um cenário assim, soluções como os Pipefy Agents 2.0, integradas ao IDP, tendem a ganhar espaço por traduzirem automação em ganhos mensuráveis.

Para clientes de grande porte, como os citados IBM, Volvo e Itaú, a combinação de agentes especializados, leitura avançada de documentos e integrações com sistemas legados cria um caminho viável para acelerar a transformação digital com controle de riscos. Ao incorporar IA de forma orquestrada, as empresas ampliam produtividade, melhoram a governança e constroem uma base confiável de dados para decisões futuras.

O recado da Pipefy é claro, a explosão de uso de IA em 2025 elevou a régua da automação, e os Pipefy Agents 2.0, aliados ao IDP, miram liderar essa corrida. Em um mercado pressionado por eficiência, conformidade e velocidade, a convergência entre agentes autônomos e processamento inteligente de documentos desponta como a peça que faltava para transformar fluxos críticos com escala e precisão.

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