Smart Sampa em SP: Grupo Protege integra rede de câmeras ao maior sistema de monitoramento da América Latina

Integração do Grupo Protege ao Smart Sampa leva Torre de Segurança e Portaria do Futuro, com IA, reconhecimento facial e conformidade com a LGPD, para agilizar respostas a ocorrências na capital

O Grupo Protege anunciou a homologação de sua solução Torre de Segurança no Smart Sampa, sistema de videomonitoramento da Prefeitura de São Paulo. A parceria, de caráter estratégico, incorpora a tecnologia da companhia ao ecossistema municipal de segurança, ampliando o alcance de câmeras conectadas e a capacidade de análise em tempo real em toda a cidade.

Com a entrada no Smart Sampa, a empresa fortalece a infraestrutura pública de segurança, aproximando aquilo que está na iniciativa privada do maior sistema de monitoramento de segurança da América Latina. Segundo a companhia, a tecnologia foi pensada para reduzir tempos de resposta a ocorrências, apoiar investigações e ampliar a cobertura de vigilância em pontos sensíveis da capital.

Para o gerente de Segurança do Grupo Protege, Alecsandro Rocha da Silva, a operação conjunta com o poder público materializa o compromisso de contribuir com um ambiente urbano mais seguro. “Essa Integração representa um passo fundamental em nosso compromisso com a segurança pública, especificamente com a proteção da cidade de São Paulo. Essa integração de câmeras permite que nossa expertise contribua diretamente para um ambiente urbano mais seguro, suportando as autoridades no combate à criminalidade.”

O que muda com a integração ao Smart Sampa

O Smart Sampa, operado pela Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU), reúne câmeras e softwares de análise para apoiar o trabalho das forças de segurança. O programa utiliza algoritmos de Inteligência Artificial e reconhecimento facial para identificar foragidos e localizar pessoas desaparecidas, conectando dados de diversos pontos da cidade.

De acordo com as informações disponíveis, o sistema conta com mais de 25 mil câmeras instaladas e já contribuiu para a prisão de mais de 2348 foragidos. A entrada do Grupo Protege adiciona novas fontes de imagens e capacidades de monitoramento à malha urbana, o que, segundo a companhia, tende a agilizar a resposta a ocorrências e ampliar a eficácia da vigilância em áreas residenciais, comerciais e logísticas.

Como funcionam a Torre de Segurança e a Portaria do Futuro

A solução Torre de Segurança do Grupo Protege centraliza videomonitoramento, análise e alerta em um conjunto de dispositivos e softwares, possibilitando visualização remota e integração direta ao Smart Sampa. Em paralelo, a Portaria do Futuro, já presente na Grande São Paulo, automatiza o controle de acessos e permite o acompanhamento a distância pelo app, o que amplia a proteção de condomínios e empreendimentos.

Entre os recursos, destacam-se a liberação de visitantes por facial, o uso de QR Code ou senha, o controle de entregas e o modo pânico para emergências. Ao integrar essas camadas ao Smart Sampa, as imagens e alertas passam a suportar, dentro de critérios definidos, o trabalho das autoridades em ocorrências ao redor da cidade.

Privacidade, LGPD e transparência no Smart Sampa

Além de reforçar a segurança, a integração enfatiza a proteção de dados pessoais. O Grupo Protege afirma seguir estritamente a Lei Federal Nº 13.709/2018 (LGPD), em linha com as diretrizes do Smart Sampa, para garantir que as imagens e informações tratadas sejam utilizadas apenas para fins de segurança.

Alecsandro Rocha da Silva destaca a prioridade com direitos fundamentais e a conformidade legal. “A proteção dos direitos de liberdade e privacidade dos cidadãos é nossa prioridade. Seguimos rigorosamente a LGPD, tratando as imagens e os dados coletados exclusivamente para fins de segurança e descartando prontamente o que não se relaciona a investigações, o que reforça nosso compromisso com a transparência e a conformidade legal.”

Com a incorporação da Torre de Segurança ao Smart Sampa, a capital paulista expande seu aparato tecnológico com foco em prevenção, investigação e resposta mais veloz a incidentes. A expectativa é que a colaboração entre setor público e privado, sustentada por governança de dados e uso responsável de Inteligência Artificial, eleve o padrão de segurança urbana e a confiança da população nos serviços digitais do município.

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