Incubadora Celta encerra 2025 com nove startups graduadas e faturamento acima de R$ 90 milhões, reforçando liderança da CERTI em inovação

A Incubadora Celta, vinculada à CERTI, fecha 2025 com um saldo que confirma a força do seu ecossistema de inovação e empreendedorismo. Ao longo do ano, o programa formou nove empresas graduadas e registrou, entre as companhias incubadas, faturamento conjunto superior a R$ 90 milhões. O desempenho veio acompanhado de forte impacto em empregos, com geração de vagas entre 400 e 500 postos de trabalho, segundo dados fornecidos pela própria incubadora.

Para a direção, os números traduzem um ciclo de maturidade do modelo de apoio a startups promovido pela Incubadora Celta e pela CERTI. Como resume o diretor executivo Tony Chierighini, “Os resultados reforçam que o modelo de incubação do Celta segue fortalecendo empreendimentos inovadores e diversificados, preparando-os com o suporte adequado para competirem globalmente”. No balanço do ano, o crescimento também reforça a consolidação da incubadora da CERTI como um dos principais polos de inovação do país.

Resultados de 2025, faturamento e empregos impulsionam o ecossistema

O recorte de 2025 evidencia a capacidade da Incubadora Celta de transformar conhecimento em negócios sustentáveis. O grupo de startups que passaram pelo programa e permanecem incubadas alcançou mais de R$ 90 milhões em receita combinada no período, um volume que ilustra a evolução de soluções tecnológicas com potencial de escalar no Brasil e no exterior.

No mercado de trabalho, a incubadora reporta que a geração de empregos se manteve elevada, alcançando entre 400 e 500 postos de trabalho. Essa amplitude de contratações sinaliza efeitos concretos do empreendedorismo inovador na economia real, ao mesmo tempo em que fortalece a cadeia de fornecedores, serviços especializados e talentos que orbitam o hub da CERTI.

O dinamismo do pipeline também se reflete na base atual: a Incubadora Celta mantém 27 empresas residentes e outras cinco atuando de forma virtual, garantindo fluxo contínuo de novos projetos. Em quase quatro décadas de atuação, o histórico chega a 140 empresas graduadas, e a incubadora já contribuiu para o surgimento e fortalecimento de mais de 200 negócios de alto impacto, reforçando sua relevância como plataforma de aceleração da inovação.

Quem se formou em 2025 e as tecnologias em destaque

As nove startups graduadas em 2025 representam setores estratégicos que vão da engenharia avançada à economia digital, com aplicações em áudio profissional, iluminação pública inteligente, sistemas ópticos, automação industrial, engenharia em nuvem, energia, saúde digital, inovação tributária, drones e gestão documental. A diversidade de frentes mostra o compromisso da Incubadora Celta com a formação de empresas capazes de competir em segmentos de alta exigência tecnológica.

Entre as graduadas estão a Bortoni, dedicada ao desenvolvimento de produtos e sistemas de áudio de alto padrão, e a Wwtech, que atua no mercado de iluminação com uma plataforma flexível de luminárias voltada para espaços públicos e grandes áreas privadas. Ganharam destaque também a Photonita, pela criação de sistemas ópticos avançados utilizados em processos de medição e automação industrial, e a Caexperts, pela atuação em engenharia avançada, empregando infraestrutura de hardware e software em nuvem para entregar soluções de alta complexidade.

Na fronteira de energia e automação, a Conetec se consolidou como referência em integração de sistemas de supervisão e automação, SCADA, especialmente em subestações e redes de distribuição. No setor da saúde, a Making concluiu sua trajetória oferecendo plataformas completas para o gerenciamento de contas médicas e processos eletrônicos das operadoras, reforçando o avanço das healthtechs no país.

Em inovação tributária, a Incentiv chegou à graduação como uma das principais tax techs do Brasil, conectando empresas e sociedade a projetos via leis de incentivo fiscal. Na fronteira de mobilidade aérea e visão computacional, a Global Drones expandiu sua atuação com aeronaves remotamente pilotadas, inspeções aéreas e sistemas de automação com inteligência artificial. A lista se completa com a Oais, especializada em armazenar documentos físicos e digitais utilizando tecnologia de ponta em parceria com a empresa norueguesa Piql.

Modelo de incubação da CERTI, aceleração e impacto contínuo

Para impulsionar esse desempenho, a Incubadora Celta opera um modelo que combina mentoria especializada, capacitação, rede de parceiros e acesso a recursos estratégicos. O formato, calibrado ao longo de quase quatro décadas, sustenta a evolução de startups com potencial transformador, do estágio inicial ao momento de escala. Como ressalta Tony Chierighini, “Os resultados reforçam que o modelo de incubação do Celta segue fortalecendo empreendimentos inovadores e diversificados, preparando-os com o suporte adequado para competirem globalmente”.

Com o fluxo de 27 empresas residentes e cinco virtuais, além de um histórico de 140 graduadas e mais de 200 negócios de alto impacto apoiados, a Incubadora Celta, da CERTI, consolida-se como um dos principais polos de inovação do país. O resultado de 2025, com faturamento superior a R$ 90 milhões e empregos entre 400 e 500, reforça a tese de que a combinação de suporte técnico, governança e conexão com o mercado é decisiva para transformar ciência e tecnologia em valor econômico e social.

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