Agibank dispara com canais digitais, carteira de crédito cresce 54,3% no 3º tri de 2025 e ROAE atinge 40,9%

Agibank consolida modelo híbrido e eficiência, alcança R$ 33,8 bilhões em crédito, 6,4 milhões de clientes e lucro de R$ 875,5 milhões nos nove meses

O Agibank encerrou o terceiro trimestre de 2025 com aceleração de resultados, impulsionado pela expansão de canais digitais e pela consolidação do modelo híbrido de relacionamento. A carteira de crédito avançou 54,3%, para R$ 33,8 bilhões, enquanto o lucro líquido somou R$ 875,5 milhões nos nove primeiros meses do ano, alta de 35,4% em relação ao mesmo período de 2024.

No acumulado dos últimos 12 meses, o Agibank registrou lucro de R$ 1,1 bilhão e ROAE de 40,9%, reflexo do ganho de escala e da maior eficiência operacional obtidos com a digitalização combinada ao atendimento presencial. Os dados constam de informações públicas do banco e foram divulgados à imprensa, conforme noticiado pela TI Inside em 12 de novembro de 2025. Saiba mais em tiinside.com.br.

Crescimento da carteira e rentabilidade

O salto de 54,3% na carteira de crédito, que atingiu R$ 33,8 bilhões, evidencia a tração do negócio em segmentos como crédito consignado e produtos com originação predominantemente digital. Em paralelo, o banco apurou R$ 875,5 milhões de lucro líquido de janeiro a setembro, avanço de 35,4% sobre 2024, sustentado por maior eficiência, melhor mix de receitas e escala operacional.

No recorte de 12 meses, o lucro de R$ 1,1 bilhão e o ROAE de 40,9% reforçam a rentabilidade do Agibank e a capacidade de transformar a digitalização em ganhos de produtividade. A estratégia de originação mais seletiva, somada ao uso intensivo de analytics e canais próprios, tem contribuído para margens mais saudáveis e menor custo de aquisição de clientes.

Avanço dos canais digitais e base de clientes

A base de clientes ativos alcançou 6,4 milhões, crescimento de 77,2% em 12 meses, movimento que decorre da maior adesão aos canais digitais e da ampliação do portfólio de serviços online. O desempenho também foi reforçado pelo modelo híbrido, que combina jornadas digitais com apoio de atendimento físico para dar suporte, orientar e converter com mais qualidade.

Segundo o CEO Glauber Corrêa, os resultados confirmam a força da estratégia: “Conseguimos unir a eficiência dos canais digitais à proximidade do atendimento físico, mantendo a confiança dos clientes.” A aderência do público ao app e às soluções digitais, somada à presença em praças estratégicas, sustenta a expansão e eleva a recorrência no uso dos serviços.

No consignado do INSS, o Agibank atingiu 8,8% de participação, alta de 3 p.p. na comparação anual, consolidando presença em um segmento relevante para o crescimento com risco controlado e originação padronizada.

Solidez de capital, eficiência e funding

O banco reportou índice de eficiência operacional de 43,5%, melhora de 3,5 p.p. frente a 2024, resultado de avanços em automação, simplificação de processos e melhor diluição de custos. Em capital, o índice de Basileia encerrou o trimestre em 14,8%, com CET1 de 13,5%, níveis confortáveis, acima dos requisitos regulatórios e adequados para sustentar a expansão da carteira.

Na frente de estrutura de capital, o Agibank concluiu R$ 4 bilhões em debêntures securitizadas, fortalecendo o funding e diversificando fontes de captação. De acordo com o CFO e diretor de Relações com Investidores, Marcello Dubeux, o desempenho tem se mostrado resiliente, com foco na diversificação de receitas e no crescimento sustentável, alinhado ao apetite de risco e à disciplina de capital.

A combinação de canais digitais eficientes, atendimento presencial próximo e uma agenda constante de produtividade sustenta a tese de maior retorno com risco balanceado. A manutenção de índices de capital robustos, aliada à eficiência, cria espaço para seguir expandindo, sem abrir mão da qualidade do crédito e da experiência do cliente.

Com a base de clientes em rápida expansão e um ecossistema digital em evolução, o Agibank segue posicionado para capturar novas oportunidades, especialmente em produtos de crédito com originação digital, meios de pagamento e serviços financeiros recorrentes. A prioridade, segundo a administração, permanece em consolidar o modelo híbrido, aprofundar a digitalização e preservar a confiança do cliente, pilares que têm sustentado o ciclo de crescimento recente.

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