BeePhish encerra 2025 com crescimento 20% acima da meta e 30 clientes, impulsionando a gestão do risco humano na segurança da informação

BeePhish amplia base, evolui plataforma de conscientização contra phishing e projeta 2026 com IA generativa, deepfakes e treinamentos contínuos

A BeePhish, empresa brasileira especializada em conscientização em segurança da informação e gestão do risco humano, fechará 2025, seu primeiro ano de operação, com desempenho acima do previsto e consolidação no mercado nacional. Com foco em educar usuários para prevenir ataques de engenharia social, como o phishing, a companhia ampliou a carteira de clientes, acelerou a evolução de sua plataforma e fortaleceu parcerias para elevar a maturidade de segurança cibernética nas organizações.

Segundo a empresa, o ritmo de adoção foi consistente ao longo do ano e refletiu uma demanda reprimida por soluções de Security Awareness mais aderentes à realidade brasileira. O resultado fortalece a estratégia da BeePhish de apoiar equipes de segurança na redução do risco humano com dados, conteúdo contextualizado e simulações realistas, além de programas contínuos de aprendizagem.

Resultados do primeiro ano indicam demanda por conscientização e risco humano

Em 2025, a BeePhish alcançou aproximadamente 30 clientes ativos, número que representa um crescimento 20% acima do planejado. De acordo com a companhia, um dos principais aprendizados veio do perfil dessa base: 80% dos clientes nunca havia utilizado uma plataforma dedicada à conscientização e cultura de segurança, evidenciando a necessidade de ferramentas práticas e ajustadas ao contexto local.

Para o CEO e cofundador, Glauco Sampaio, o ano marcou a consolidação da marca no ecossistema de cibersegurança. Em suas palavras, "2025 foi um ano decisivo para consolidarmos nossa presença no setor de cibersegurança. Superamos nossas metas de clientes e faturamento, além de fortalecemos o reconhecimento e reputação positiva de nossa marca. Cada vez mais empresas entendem que conscientização não é um complemento, mas um pilar estratégico de segurança".

A percepção de mercado também se reflete na aderência de organizações que buscavam alternativas específicas para treinar e engajar colaboradores. Sampaio resume essa virada ao afirmar: "Muitas empresas queriam investir em conscientização, mas não encontravam uma solução que se encaixasse em suas necessidades. Ver esse nível de adesão confirma que estamos no caminho certo, além de trazer uma satisfação para nós em estarmos ajudando aqueles que queriam e até agora não conseguiam".

Plataforma evolui com feedbacks, hackathon e foco no dia a dia das equipes

Ao longo do ano, a BeePhish acelerou a evolução de sua plataforma, priorizando melhorias sugeridas diretamente por clientes e parceiros e também a partir de seu primeiro hackathon colaborativo. A abordagem, centrada na prática, busca refletir os desafios reais vividos por analistas e líderes de segurança, com funcionalidades orientadas por indicadores comportamentais, conteúdos contextualizados e simulações ajustadas por perfil de risco.

Para Sampaio, a proximidade com as áreas de segurança tem sido fundamental para entregar valor de forma contínua e mensurável. Como ele destaca, "Nossa evolução é resultado dessa proximidade. Construímos a plataforma ouvindo quem vive o dia a dia da segurança da informação, e isso tem sido essencial para entregar valor de forma consistente".

Nesse movimento, a BeePhish reforça a gestão do risco humano como eixo da estratégia de Security Awareness, apoiando desde empresas que estão iniciando seus programas até organizações em estágios mais maduros, que exigem personalização, segmentação por área e integração da aprendizagem ao fluxo de trabalho.

IA, deepfakes e treinamentos contínuos guiam a estratégia para 2026

Para 2026, a BeePhish planeja ampliar funcionalidades que elevem a maturidade dos programas de conscientização, com foco em diversificação de conteúdos e formatos e no uso de inteligência artificial para simulações mais realistas, métricas mais precisas e recomendações preventivas. Nas palavras do CEO, "a diversificação de conteúdos e formatos, quando guiada pelo comportamento e pelas necessidades reais dos usuários, será o principal diferencial para elevar a maturidade das empresas. Nosso foco é ajudar a identificar e reduzir o risco humano de forma prática e baseada em dados".

O avanço das ameaças impulsionadas por IA generativa e deepfakes também está no radar. A empresa vem trabalhando em simulações que reproduzem com fidelidade o cenário atual de engenharia social, além de conteúdos voltados ao uso seguro e à validação crítica de informações. Sampaio alerta: "O tempo das fraudes e ataques feios e cheios de erros acabou, vivemos um momento em que a linha entre o real e o artificial é cada vez mais tênue, quase imperceptível. Preparar as pessoas para validar informações e adotar uma postura crítica é tão importante quanto qualquer tecnologia de proteção".

A tendência é de que programas de Security Awareness priorizem treinamentos contínuos e personalizados, integrados ao dia a dia dos colaboradores. Nessa linha, a BeePhish destaca que "A IA não substitui a conscientização, ela personaliza e potencializa. Com dados e contexto, conseguimos transformar a segurança em um hábito diário e direcionado aos que as pessoas realmente precisam, não apenas em campanhas pontuais".

Para o mercado brasileiro de segurança da informação, a expectativa é de maior atenção ao comportamento humano como vetor crítico de risco. Sampaio resume: "A tecnologia avança, mas o comportamento continua sendo o elo mais determinante e vulnerável da cadeia de segurança. Em 2026, deve ganhar ainda mais atenção e espaço nas discussões".

Ao unir crescimento acima da meta, evolução contínua de produto e uma visão clara sobre tendências como IA, deepfakes e engenharia social, a BeePhish reforça sua proposta de valor: transformar a gestão do risco humano em um pilar estratégico de negócios, sustentado por dados, educação e prática constante.

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