Ganhando em dólar em poucos meses: a virada de Samuel Silva, de BH, que migrou de Psicologia para QA e conquistou vaga internacional com a Mate academy

Do service desk em Belo Horizonte à carreira global, ganhando em dólar em poucos meses, veja como o caminho em QA e a empregabilidade da Mate academy mudaram a vida de Samuel

Com 24 anos e morando em Belo Horizonte, Samuel Silva passou a trabalhar para uma empresa internacional, recebendo em dólar e com liberdade para atuar de qualquer lugar. Seu caso mostra como uma trilha acelerada em QA, combinada a mentoria e empregabilidade, pode levar a resultados concretos, muitas vezes ganhando em dólar em poucos meses, quando há foco e estratégia na migração para tecnologia.

Da Psicologia ao primeiro contato com QA

Antes de descobrir a Mate academy e o universo de Garantia de Qualidade, Samuel cursou nove semestres de Psicologia. Dedicado e estudioso, acumulava publicações e projetos, porém o retorno não vinha. Em suas palavras, “Eu não conseguia um estágio que pagasse 800 reais. Isso foi me desanimando”. Ao mesmo tempo, trabalhava como atendente de service desk, um cargo de que gostava, mas sem perspectivas de crescimento ou estabilidade financeira.

Foi nesse período de reflexão que a tecnologia surgiu como possibilidade real. Ao ver um anúncio da Mate academy sobre o curso de Engenharia de QA, Samuel sequer sabia o significado de QA. Pesquisou, entendeu a rotina da área e se identificou. “Eu pensei: isso é pra mim. Apontar erros, encontrar detalhes, testar todas as possibilidades… ser ‘o chato’ oficialmente. Eu simplesmente adorei.” A partir daí, desenhou um plano de transição para uma carreira com potencial de carreira internacional e melhores salários.

Formação intensa, networking e primeira vaga

Determinando um ritmo de estudos pouco comum, Samuel mergulhou na trilha e estudou de 14 a 16 horas por dia. Em poucos meses concluiu o programa. Uma das surpresas do percurso foi o acompanhamento constante. Como ele lembra, “O nível de resposta deles me chocou. E eu criei um networking muito forte com uma mentora. Muita gente acha que só dá pra fazer networking presencial, mas na Mate eu fiz isso de casa.” Esse relacionamento, construído em mentorias, foi determinante para o passo seguinte.

Enquanto estudava, Samuel ingressou no programa de empregabilidade da Mate academy, que inclui um painel de vagas e métricas de candidatura, ajudando o aluno a acompanhar quantos currículos envia. Por meio dessa plataforma, veio a primeira oportunidade como QA Júnior em uma empresa brasileira. Segundo ele, a base prática trouxe segurança: “O que eu fazia no meu dia a dia era exatamente o que eu aprendi na Mate. A organização dos cards, os bugs, reports… Quando eu mostrava os modelos da Mate, o pessoal ficava chocado.”

O networking seguiu rendendo frutos. A mentora, com quem mantinha contato, acompanhou sua evolução e, meses depois, ao ver uma vaga em uma companhia internacional de TI, fez a indicação que abriria novas portas. Esse movimento, aliado à preparação, seria o gatilho para acelerar a meta de atuar para fora e, na prática, começar a ganhar em dólar.

Processo seletivo internacional, salário em dólar e próximos passos

No processo para a vaga internacional, Samuel encarou várias etapas, entre elas teste de inglês, teste técnico, entrevista, uma prova prática de duas horas reportando bugs e avaliação direta de raciocínio de QA. Embora exaustivo, nada pareceu desconhecido, já que a rotina de estudos incluía exercícios equivalentes. O resultado veio: aprovação e o início de uma trajetória ganhando em dólar em poucos meses, com flexibilidade e estabilidade maiores do que nas experiências anteriores.

O impacto foi imediato. “Minha vida mudou muito. Hoje eu posso trabalhar de qualquer lugar. A flexibilidade da área é incrível — e financeiramente foi um salto absurdo.” Com a nova fase, os planos incluem seguir como QA, buscar certificações avançadas e se especializar em testes para inteligência artificial, consolidando uma trilha competitiva para o cenário global.

Para quem avalia migrar de área e mira o exterior, o conselho de Samuel é direto: “Eu incentivaria qualquer pessoa a vir para TI. O mercado está muito aquecido. Mas precisa estudar — e precisa ter inglês. Se dedicar vale muito a pena.” A recomendação reforça a combinação de base técnica sólida, prática orientada a projetos, inglês funcional e cultivo ativo de relacionamento com mentores e pares.

A Mate academy afirma oferecer formações com foco em empregabilidade, entre elas Analista de Dados, Desenvolvedor Full Stack & Front-end, Desenvolvedor Python e Engenheiro de Qualidade, além de suporte próximo durante os estudos. Segundo material da instituição, a escola é muitas vezes escolhida por quem deseja mudar de carreira ou começar no TI do zero, com apoio contínuo para a entrada no mercado. Em cenários de alta demanda por profissionais de tecnologia, histórias como a de Samuel mostram que, com disciplina, mentoria e prática, é possível acelerar a transição e alcançar remuneração em moeda forte, inclusive ganhando em dólar em poucos meses.

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