Sungrow diretor comercial: executivo chega para fortalecer a liderança no mercado brasileiro, acelerar inversores solares e armazenamento de energia, e preparar a empresa para os desafios de 2026
A Sungrow, líder global em inversores fotovoltaicos e soluções de armazenamento de energia, anunciou a nomeação de Eduardo Gama como seu novo Sungrow diretor comercial no Brasil. O executivo passa a comandar as áreas de Vendas e Marketing, com a missão de consolidar a presença da marca no país, ampliar parcerias estratégicas e conduzir a expansão diante dos desafios e oportunidades que o setor solar brasileiro deve enfrentar em 2026.
Com uma trajetória de mais de uma década no mercado de energia solar, Gama chega à operação local com foco em acelerar a adoção de inversores solares de alta eficiência e de soluções de armazenamento de energia (BESS), apontadas pela companhia como pilares para o amadurecimento do ecossistema fotovoltaico no país. A nomeação reforça a estratégia da multinacional de intensificar investimentos no Brasil, um dos mercados mais relevantes para seu crescimento na América Latina e no mundo.
Quem é Eduardo Gama e o que traz para a Sungrow
Eduardo Gama reúne experiência sólida em estratégia comercial, expansão de mercado, crescimento de vendas e desenvolvimento de parcerias. Antes de ingressar na Sungrow, ocupou posições de liderança comercial em importantes fabricantes de módulos fotovoltaicos, como Astroenergy Solar, Jinko Solar e Canadian Solar, o que consolidou sua atuação em desenvolvimento de negócios e relacionamento com grandes players do setor solar.
Formado em Relações Internacionais e Economia pela FACAMP – Faculdades de Campinas, Gama também possui formação executiva em Administração e Gestão de Negócios pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Segundo a empresa, sua gestão é orientada a dados, com visão analítica e foco em traduzir planejamento em execução de alto impacto, atributos considerados cruciais para a fase de expansão da Sungrow no Brasil.
Em sua primeira manifestação pública no cargo de Sungrow diretor comercial, Gama descreveu o momento do setor e as prioridades da companhia: “Estamos em uma fase estratégica de consolidação e transformação do setor solar brasileiro, que vive o amadurecimento do mercado e enfrenta desafios como o curtailment e o fluxo reverso. As soluções de armazenamento surgem como caminho natural para garantir estabilidade e previsibilidade ao crescimento da energia solar no país. A expectativa é de uma nova onda de expansão para 2026, impulsionada pela adoção de tecnologias mais inteligentes e integradas. A Sungrow segue em trajetória de crescimento acelerado no Brasil. Com mais de oito anos de atuação, somos líderes de mercado e nos destacamos pela oferta de inversores disruptivos, altamente eficientes e conectados, que elevam o desempenho e a confiabilidade dos projetos fotovoltaicos. Contamos ainda com grandes diferenciais competitivos, como estrutura própria de suporte técnico, engenharia, comissionamento, pós-venda e warehouses locais, garantindo agilidade logística e atendimento especializado em todo o território nacional”, afirmou.
Estratégia para 2026, BESS, inversores e desafios do setor
A companhia enxerga 2026 como um ponto de virada para o mercado solar brasileiro, com o avanço de tecnologias mais inteligentes e integradas, e a adoção crescente de armazenamento de energia para mitigar gargalos como o curtailment e o fluxo reverso. Nesse cenário, o papel do Sungrow diretor comercial será crucial para articular vendas, marketing e engenharia, alinhando portfólio, suporte e logística ao ritmo de implantação de novos projetos fotovoltaicos.
A empresa reforça que a combinação de inversores conectados e eficientes com soluções de BESS se tornou uma prioridade para garantir previsibilidade operacional e otimização de ativos. A presença de suporte técnico próprio, equipes de engenharia, comissionamento e pós-venda, além de warehouses locais, é apresentada como diferencial para reduzir prazos, ampliar a disponibilidade de equipamentos e assegurar atendimento especializado em todo o território nacional.
Ao assumir a liderança comercial, Gama deve acelerar a construção de parcerias com geradoras, distribuidores, integradores e desenvolvedores de projetos, com foco em aplicações que vão de usinas de maior porte a soluções comerciais e industriais. O objetivo é ampliar a participação da Sungrow em projetos que demandem armazenamento e gestão de energia, ao mesmo tempo em que potencializa a penetração de inversores fotovoltaicos de alto desempenho.
Números e capacidade local, como a Sungrow sustenta o crescimento
Os resultados recentes ajudam a contextualizar a ambição da companhia no Brasil e na região. Em comunicado, a empresa destaca marcos relevantes e um ciclo de crescimento acentuado, especialmente impulsionado pelo segmento de BESS, considerado estratégico para a estabilidade da matriz solar.
Na América Latina, a Sungrow já superou 25 GW em equipamentos comercializados — sendo 70% no Brasil, um crescimento de 25% em relação a 2024. Em nível global, a empresa registrou aumento de 40% na receita no primeiro semestre de 2025, impulsionada pelo salto de 120% no segmento de armazenamento de energia (BESS) — considerado essencial para a estabilidade e o futuro da matriz solar.
Os números reforçam a leitura de que o Brasil é o centro de gravidade das operações latino-americanas da Sungrow, ao mesmo tempo em que indicam a relevância de armazenamento de energia na estratégia global. Com liderança de mercado e um ecossistema local de suporte, a empresa busca capturar a nova onda de demanda esperada para 2026, apoiando desenvolvedores na superação de restrições de rede e na maximização do retorno dos ativos solares.
Para além da performance, a aposta recai sobre uma proposta de valor que combina tecnologia, infraestrutura de atendimento e escala. A chegada de Eduardo Gama como Sungrow diretor comercial no Brasil é mais um passo dessa estratégia, com a meta de sustentar o crescimento, ampliar a oferta de inversores fotovoltaicos e acelerar a adoção de BESS, pavimentando o caminho para um 2026 de expansão mais previsível e eficiente para toda a cadeia solar.