Diversidade na Claro: indicadores robustos, foco em equidade e liderança engajada marcam avanços apresentados no ESG Fórum

Com métricas de DEI, governança e programas sociais, a diversidade na Claro é apresentada com resultados e próximos passos para inclusão e impacto no negócio

A diversidade na Claro ganhou destaque no ESG Fórum, em apresentação de Willian Coelho, especialista em Diversidade, Equidade e Inclusão da companhia. Ele compartilhou resultados e programas de DEI com ênfase em métricas verificáveis e ações contínuas, reforçando a necessidade de uma agenda estruturada.

Logo na abertura, Coelho diferenciou os conceitos que norteiam a estratégia. “Diversidade é um fato; o que precisa ser estruturado é equidade e inclusão.” A frase sintetiza a premissa de que indicadores e governança sustentam a mudança cultural, promovendo equidade, inclusão e decisões baseadas em dados.

Indicadores de DEI: retrato atualizado da diversidade na Claro

Os números apresentados reforçam a consistência da diversidade na Claro em várias frentes. A empresa conta com 1.849 pessoas com deficiência, sendo 60% com mais de cinco anos de empresa, sinal de retenção e desenvolvimento ao longo do tempo. Entre raça e etnia, 46% do quadro é composto por pessoas negras, com 32,6% de representatividade na liderança, métrica que indica avanço na ascensão a cargos de decisão.

No recorte de gênero, 42% do quadro é formado por mulheres, com 33% de mulheres na liderança, evidenciando a combinação de ações afirmativas, promoção de talentos e monitoramento contínuo de metas. Em recorte identitário, a empresa registra 74 pessoas trans, maior número entre telecoms brasileiras, ampliando a presença de grupos historicamente sub-representados.

A maturidade etária também aparece nos dados, com 14,7% de profissionais 50+, índice acima da média de mercado. Na frente de inclusão produtiva, mais de 14 mil jovens vulneráveis foram contratados pelo programa 1 Milhão de Oportunidades, conectando empregabilidade, formação e impacto social em escala.

O reconhecimento externo acompanha os resultados. A Claro é tricampeã do ranking da Anatel para atendimento a clientes com deficiência, além de ter destaque nacional em representatividade de pessoas trans e negras na liderança, entre telecoms. Esses marcos reforçam a combinação de indicadores robustos e experiência do cliente inclusiva.

Equidade, letramento e combate ao viés cognitivo

Para sustentar os números e acelerar mudanças, a Claro investe em letramento em DEI, sensibilização da liderança, ações afirmativas, campanhas internas, governança e oficinas de viés inconsciente. O foco é criar processos, linguagem e rituais de gestão que reduzam barreiras de acesso, garantam equidade e consolidem a inclusão no dia a dia.

Nesse contexto, o papel da liderança é decisivo. Coelho foi direto ao ponto sobre como o cérebro, por atalhos mentais, pode excluir sem perceber. “O viés cognitivo é o que faz a gente excluir. Precisamos reconstruir uma nova rede neural.” Ao apostar em formação contínua, a empresa conecta comportamentos, metas e resultados, uma combinação essencial para institucionalizar a diversidade na Claro.

Esse esforço se traduz em políticas claras e em uma governança que acompanha metas por recortes, avalia evolução e corrige rota quando necessário. A transparência nos indicadores e a responsabilização compartilhada ajudam a transformar boas intenções em práticas mensuráveis.

ESG e negócio: alinhamento com o cliente e impacto social

Ao relacionar ESG e DEI, Coelho ressaltou que diversidade não é pauta isolada, mas parte de um sistema que envolve impacto social, governança e comportamento do consumidor. “Não é só ser politicamente correto. É estar alinhado com o cliente e com oportunidades de negócio.” O argumento reflete a convergência entre reputação, inovação e preferência do consumidor, especialmente em mercados competitivos como o de telecom.

Dentro dessa lógica de valor compartilhado, a Claro também destaca iniciativas de impacto social com capilaridade nacional. Entre os programas citados estão o EduConexão, voltado à educação com tecnologia, a Dupla Escola, que integra formação técnica e empregabilidade, e o Conexão Voluntária, que reúne 4.500 voluntários em atividades comunitárias, aproximando colaboradores e territórios.

Essas agendas se conectam aos resultados de empregabilidade juvenil, à inclusão de pessoas com deficiência no atendimento e à ampliação da representatividade de mulheres, pessoas negras, pessoas trans e profissionais 50+ em toda a operação. Ao fortalecer processos, métricas e formação, a diversidade na Claro se consolida como vetor de crescimento, inovação e experiência do cliente.

Com foco em equidade e em práticas baseadas em dados, a empresa sinaliza próximos passos pautados por governança e aprendizado contínuo, buscando ampliar a escala e a consistência das iniciativas. A combinação entre resultados, reconhecimento regulatório e engajamento social indica que a integração entre ESG e DEI tende a se aprofundar, alinhando propósito, negócio e expectativa do consumidor.

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